



A praticamente um ano do começo da Copa, o COL está sem dinheiro por causa de uma série de erros que vão desde salários e bônus extravagantes, até gastos exorbitantes por falta de cuidados básicos e de planejamento.
Por exemplo: o quartel general da Fifa, no Rio, no hotel Sofitel, funciona alimentado por geradores diesel em sua parte externa, graças a um cabeamento especial caríssimo que a Fifa se recusa a arcar, por considerá-lo fruto da falta de avaliação sobre a real capacidade de energia elétrica para suportar a operação.
Especialistas, que preferem não se identificar, informam que a operação para atender a imprensa corre sérios riscos, além de constatar que a patrocinadora oficial da Copa na área de comunicação, a Oi, foi passada para trás por dois de seus concorrentes, a Nextel e a Claro.
Segundo tais técnicos, também não há mais tempo para a correta montagem da infraestrutura de telecomunicação nos estádios, motivo de constantes desentendimentos entre o COL, a Fifa e a HBS, a empresa encarregada pela área de transmissão da Copa.
O clima interno no COL contrasta com a imagem que se busca passar para fora dele.
Dois dos principaia executivos do órgão, Joana Havelange, filha de Ricardo Teixeira, e Leonardo Rodrigues, cunhado do ex-presidente da CBF, foram esvaziados pelo chefe do COL, Ricardo Trade.
Comentário para o Jornal da CBN desta terça-feira, 11 de junho de 2013.
Por Francisco Alvim
Corriam os anos finais da década de 50. Frequentávamos, os dois, o curso preparatório para os exames do Itamaraty, em Botafogo. Ali nos tornamos amigos, grandes amigos para toda a vida.
Já praticávamos a poesia e logo me dei conta da natureza singular de seu talento, da originalidade de seu caráter e modo de encarar a vida.
Zuca tinha um Fusca azul lavado, em que corríamos a cidade — o nosso, para sempre nosso, Rio daqueles anos.
Guiava mal e seu estilo de dirigir repetia o de nossas absorventes conversas, que giravam em torno de tudo, de modo ziguezagueante e errático. Choviam buzinas e impropérios. Nunca o vi perder a calma. O máximo que se permitia era um ora ora, vá tomar banho, amolar o boi.
Nessas andanças, chegamos a compartilhar eventos memoráveis, pelo menos para nós, não sei se para alguém mais. Como da vez em que assistimos a dança dos garçons num cabaré da Lapa, subitamente convertidos em meia dúzia de covers de Carlitos. Zuca apreciava impávido, com seus modos bem educados e discretos. Eu deixei-me entusiasmar um pouco demais. Resolvi pentear o cabelo com um pente marca Flamengo que escapava do bolso de cidadão sentado à minha frente. Atravessamos incólumes e solidários, sem maiores conflitos, aquela zona de turbulência.
Ou numa alta madrugada do verão carioca, ao lobrigarmos à nossa frente um conversível guiado por Antônio Maria com Vinicius no bojo, que singrava devagar os meandros de um trajeto caprichoso. A rota incerta devia-se ao bando de cachorros que ia atrás de uma cachorra no cio. Os cães de língua no chão, como é de praxe acontecer aos machos de qualquer espécie em tais circunstâncias.
Ou ainda as vesperais musicais do antigo Bar Alpino, no Leme, um casarão tirolês com fachada em V invertido, em cujo vértice situava-se uma diminuta sala de cinema. Acessava-se a salinha por uma escadaria externa em diagonal que subia do chão até o teto e terminava numa portinhola de relógio cuco. Dentro do casarão, o amplo salão térreo não destoava. Pé direito alto, árvores copadas e viridentes, de grossos troncos, das quais pendiam pomos vermelho-vivo, tudo em estuque primoroso. Uma floresta bávara. Ali dávamos expediente pelas tardes, ao som de um quarteto — piano, contrabaixo, violino, flauta? — que trajava, pasmem, casaca.
Em meio a tais aventuras e cenários, coube-me a experiência inesquecível de conviver com um humorista de grosso calibre e de acompanhar os anos moços da criação de uma obra sem par em nossas letras.
Zuca, que reside há muitos anos em Hamburgo, vem ao Brasil em julho, para participar de mesa da Flip com o confrade Nicholas Behr e para lançar pela Cosac Naify, "Ximerix", livro de poemas.
Livro dominantemente de adivinhas, destinado a encontrar respostas para as "lupercais fantasias" dos que irão consultá-lo. I Ching caboclo, dublê de oráculo de realejo, "em cinco cadernos", que tem por fundamento o confronto físico, metafísico e patafísico com a "indigitada das gentes" (para lembrar Manuel Bandeira) a permear o balanço de poéticas e ideologias dos tempos bicudos que coube ao poeta viver.
É preciso ler os versos de "Ximerix" no registro didascálico de apotegmas, bustrofédons, burlas e aforismas, como quer o autor.
O livro constitui-se ademais numa hilária sátira de estilos. O leitor com bom ouvido há de reconhecer nele desde os timbres da fábula clássica, da prosa libertina e dissoluta do século XVIII francês (tempos da Regência e do Divino Marquês, particularmente caros a Zuca), do lirismo do alto e baixo romantismo, até o das figurações mais e menos herméticas do simbolismo, seguidas das marmóreas do parnasianismo, tudo naturalmente revirado na técnica bustrofédons.
O alvo é o leitor que queira ter um molho de chaves que tranquem mais do que abram os significados e os sentidos; ou que os abram mais do que fechem, quando se supõe o contrário.
Porque na realidade o que todos desejam mesmo é ter todas as respostas. E Zuca ri e nos faz rir disso.
Joguem as adivinhas, formulem suas "lupercais fantasias" e vejam no que dão. Para isso só se precisa seguir regra muito simples; e de dois dados.
Francisco Alvim é poeta
Festival Internacional de Cinema de Brasília
Brazilian International Film Festival
DE 13 A 23 DE JUNHO - CINE CULTURA E MUSEU DA REPÚBLICA
Segunda edição chega ainda maior
*12 filmes de todos os continentes e inéditos no Brasil concorrem na Mostra Competitiva
* Seis mostras paralelas e pré-lançamentos trazem para as telas obras de alguns dos mais importantes realizadores internacionais
*Seminários traçam um retrato do mercado cinematográfico mundial
*R$ 100 mil em prêmios, 350 exibições, 50 filmes
Mais de 220 filmes inscritos. Mais de 40 países de todos os continentes representados. Este foi o panorama apresentado à comissão de curadoria do II BIFF – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE BRASÍLIA. Deste processo, restaram 12 selecionados para a Mostra Competitiva – dez deles já confirmados. Eles irão concorrer a prêmios no valor total de R$ 100 mil. Mas o BIFF promoverá muito mais do que uma mostra competitiva de filmes de longa-metragem. O festival apresentará seis mostras paralelas, pré-lançamentos de obras de nomes de peso do cinema mundial e ainda organizará uma série de seminários que fazem uma radiografia do mercado cinematográfico mundial. Um evento que quer se firmar como um dos mais consistentes do País. O II BIFF – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE BRASÍLIA acontece de 13 a 23 de junho, no Museu Nacional da República e no Cine Cultura Liberty Mall.
Para a mostra competitiva, estão selecionados filmes dos Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Chile, Itália, Senegal, Turquia, China, Nova Zelândia, Taiwan e Espanha. Como determina o regulamento do Festival, são o primeiro ou no máximo terceiro filme da carreira de seus realizadores. Todos inéditos no Brasil. As sessões solenes ocorrerão no Auditório I do Museu da República e as reprises no Cine Cultura Liberty Mall. Alguns diretores já confirmaram presença, como o argentino Hernán Goldfrid (de Tesis sobre un homicídio), Juan Carlos Maneglia e Tana Schembori (do paraguaio 7 Cajas), Jeremy Teicher (de Tall as the baobab tree, produção Senegal/EUA), o chinês Rui Jun Li (de Fly with the crane) e Alyx Duncan (do neozelandês The Red House).
Outra novidade do festival em 2013 é a criação da sessão GRANDES PRÉ-ESTREIAS, que exibirá em primeira mão no Brasil os mais recentes filmes de Bernardo Bertolucci (Eu e Você), Marco Bellochio (A Bela que dorme) e Sofia Coppola (Bling Ring – A Gangue de Hollywood).
Além disso, o II BIFF contará com uma ampla programação de seminários para discutir o mercado cinematográfico no mundo. Em Os mercados sul-americanos e os espaços das cinematografias nacionais, por exemplo, será possível ter um retrato detalhado do público e da produção de nossos hermanos, com dados como o total de espectadores para filmes nacionais e estrangeiros (em 2012, 3,5 milhões na Colômbia e na Argentina para produções nacionais e cerca de 40 milhões para os filmes estrangeiros), total de salas em 3D, filmes lançados, preços de ingressos etc.
A grade de seminários contempla diálogos entre continentes (Brasil e África: as possibilidades de intercâmbio e coprodução), debates sobre o papel do estado (As perspectivas do cinema e do audiovisual na América do Sul: o papel do estado e a participação da sociedade), os desafios impostos pelas novas tecnologias (O mecanismo de financiamento para a digitalização do parque exibidor, A participação dos exibidores e dos distribuidores no processo de digitalização do parque exibidor, Os desafios do mercado digital) e a produção do futuro (Os desafios dos novos realizadores no atual panorama da América do Sul). "Se vislumbramos a formação de um bloco econômico que compreenda toda a América do Sul, temos que discutir qual o espaço do nosso cinema nesse mercado", avisa Nilson Rodrigues, diretor geral do Festival. A programação dos seminários recebe a coordenação geral de Paulo Sérgio Almeida e conta com a curadoria de José Carlos Avellar.
O BIFF – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE BRASÍLIA/ BRASILIA INTERNATIONAL FILM FESTIVAL tem direção geral de Nilson Rodrigues e direção de programação de Anna Karina de Carvalho.
MOSTRAS PARALELAS
O BIFF quer ser mais do que uma vitrine do que se faz de mais recente no cinema mundial. O Festival deseja promover a reflexão e para isso concebeu também um amplo programa de mostras paralelas. A começar pela mostra KRISIS, que vai exibir documentários da Espanha, Estados Unidos, Argentina e França. Dos EUA vem, Fatal Assistance, do premiado diretor haitiano Raoul Peck, que faz um retrato devastador das tentativas do Haiti se reerguer após o terremoto de 2010. Já Calles de la memória, da argentina Carmen Guarini, discute a transmissão da memória a partir dos atos de terrorismo praticados pela ditadura militar do país.
A mostra AMÉRICA DEL SUR oferecerá a oportunidade (rara) de o espectador tomar contato com o que se tem produzido de mais recente no cinema do continente. Trará títulos como Crónica del fin del mundo, do colombiano Maurício Cuervo Rincón, sobre a fragilidade do mundo que cada pessoa constrói em torno de si. Reverón, do venezuelano, Diego Risquez, que mostra em linguagem de ficção o romance entre o grande artista plástico venezuelano Armando Reverón e sua Juanita. Lo más bonito y mis mejores años, um road movie boliviano, assinado por Martin Boulocq, e Prometeo Deportado, de Fernando Mieles, que narra o drama de um grupo de equatorianos detidos numa sala de um aeroporto europeu à espera de serem deportados, dentre outros títulos.
Pela mostra INDEPENDENTES AMERICANOS passarão dramas e comédias como; Gimme the loot, de Adam Leon; Now, forager, de Jason Cortlund e Julia Halperin; Detroit Unleaded, refilmagem de Rola Nashef de um curta de 2007; e It felt like love, de Eliza Hittman.
Para a mostra PANORAMA ÁFRICA estão confirmados Yema, de Djamila Sahraoui, um retrato pungente da Guerra Civil na Argélia; La Pirogue, de Moussa Touré, sobre a tentativa de senegaleses de emigrar para as Ilhas Canárias; Virgem Margarida, premiado filme do moçambicano Licínio Azevedo sobre a reeducação de prostitutas em Moçambique; One man's show, do nigeriano Newton Aduaka, sobre um ator de meia idade e seus relacionamentos familiares; e How to steel 2 million, filme de ação dirigido por Charlie Vundla, da África do Sul.
Na mostra MUNDO ANIMADO, serão exibidos Komaneko – O gatinho curioso, produção japonesa de Tsuneo Goda sobre um gato que adora fazer bonecos para usar em seus filmes de animação; O Segredo de Eleonor, animação de Dominique Monféry, que conta a história do menino Nathaniel, criador de um plano para salvar os personagens dos contos de fadas; e Zarafa, produção de Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lie em que o menino Maki e a girafa órfã Zarafa vivem uma grande aventura, viajando das areias do Sudão até as luzes de Paris.
PROGRAMAÇÃO FILMES
MOSTRA COMPETITIVA
DON JON – USA, 2013, 95 minutos – Dir. Joseph Gordon-Levitt
TESIS SOBRE UN HOMICIDIO – ARGENTINA, 2013, 105 minutos – Dir. Hernán Goldfrid
7 CAJAS – PARAGUAY, 2012, 100 minutos - Dir: Juan Carlos Maneglia e Tana Schémbori
IL FUTURO – ITALIA/CHILE/ALEMANHA/ESPANHA, 2012, 98 minutos - Dir: Alicia Scherson
TALL AS THE BAOBAB TREE – SENEGAL/USA, 2012, 82minutos - Dir: Jeremy Teicher
THE MAJOR – RÚSSIA, 2013, 80 minutos - Dir: YuriBykov
WATCHTOWER – TURQUIA, 2012, 100 minutos - Dir: Pelin Esmer
FLY WITH THE CRANE - CHINA, 2012, 99 min - Dir: Li Ruijun
THE RED HOUSE – NEW ZEALAND, 2012, 85 min - Dir: Alyx Duncan
TOUCH OF THE LIGHT – TAIWAN, 2012, 110 min - Dir: Chang Jung-chi
BLANCANIEVES – ESPANHA, 2012, 104 min - Dir. Pablo Berger
WORKERS – MÉXICO/ALEMANHA, 2013, 120 min - Dir: José Luis Valle
EAT SLEEP DIE – SUÉCIA, 2012, 100 min - Dir: Gabriela Pichler
MOSTRA AMÉRICA DEL SUR
CRONICA DEL FIN DEL MUNDO – COLÔMBIA, 2012, 85 min - Dir: Maurício Cuervo Rincón
REVERÓN – VENEZUELA, 2011, 110 min - Dir: Diego Risquez
TANTA ÁGUA – URUGUAI, 2013, 100 min - Dir: Ana Guevara e Letícia Jorge
PAISAJES DEVORADOS – ARGENTINA Dir: Eliseo Subiela
LO MÁS BONITO Y MIS MEJORES AÑOS – BOLÍVIA, 2005, 93 min - Dir: Martin Boulocq
PROMETEO DEPORTADO – EQUADOR, 2010, 110 min - Dir: Fernando Mieles
MIGUEL DE SAN MIGUEL – CHILE, 2012, 80 min - Dir: Matías Cruz
MOSTRA GRANDES PRÉ-ESTREIAS
A BELA QUE DORME – ITÁLIA/FRANÇA, 2012, 115 min – Dir. Marco Bellocchio
Eu e Você – ITÁLIA, 2012, 104 min – Dir. Bernardo Bertolucci
MOSTRA INDEPENDENTES AMERICANOS
HIDE YOUR SMILING FACES – EUA, 2013, 81 min - Dir: Daniel Patrick Carbone
GIMME THE LOOT – EUA, 2012, 79 min - Dir: Adam Leon
NOW, FORAGER – EUA/Polônia, 2012, 93 min - Dir: Jason Cortlund e Julia Halperin
DETROIT UNLEADED – CANADÁ, 2012, 93 min - Dir: Rola Nashef
SIMON KILLER – EUA, 2011, 106 min - Dir: Antonio Campos
IT FELT LIKE LOVE – EUA, 2013, 82 min - Dir: Eliza Hittman
MOSTRA KRISIS
MERCADO DE FUTUROS – ESPANHA, 2011, 110 min - Dir: Mercedes Álvarez
SUSHI: THE GLOBAL CATCH – EUA, 2011, 84 min - Dir: Mark Hall
99% THE OCCUPY WALL STREET COLLABORATIVE FILM – EUA, 2013, 97 min – Dir. Coletiva
FATAL ASSISTANCE – FRANÇA/HAITI/EUA/BÉLGICA, 2013, 100 min - Dir: Raoul Peck
CALLES DE LA MEMÓRIA – ARGENTINA, 2013, 65 min - Dir: Carmen Guarini
VOL SPÉCIAL – FRANÇA, 2011, 103 min - Dir: Fernand Melgar
MOSTRA PANORAMA ÁFRICA
YEMA – ARGÉLIA, 2012, 93 min - Dir: Djamila Sahraoui
LA PIROGUE – SENEGAL/FRANÇA, 2012, 87 min - Dir: Moussa Touré
VIRGEM MARGARIDA – MOÇAMBIQUE, 2012, 87 min - Dir: Licínio Azevedo
ONE MAN'S SHOW – NIGÉRIA/FRANÇA, 2010, 81 min - Dir: Newton I. Aduaka
HOW TO STEEL 2 MILLION – ÁFRICA DO SUL, 2011, 88 min - Dir: Charlie Vundla
MOSTRA MUNDO ANIMADO
KOMANEKO - O GATINHO CURIOSO – JAPÃO, 2009, 60 min - Dir: Tsuneo Goda
O SEGREDO DE ELEONOR – FRANÇA, 2009, 75 min - Dir: Dominique Monféry
ZARAFA – FRANÇA, 2012, 78 min - Dir: Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lie
PROGRAMAÇÃO DIÁRIA
14 DE JUNHO – SEXTA-FEIRA
11h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
17h – Mostra Panorama África: Como roubar dois milhões (sessão gratuita), digital, 88min
19h – Mostra Competitiva: Tese sobre um Homicídio, Argentina, 35mm, 106min
21h – Mostra Competitiva: Comer, dormir e morrer, Suécia, digital, 104min
15 DE JUNHO – SÁBADO
11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min
15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
17h – Mostra Panorama África: Virgem Margarida (sessão gratuita), AUWE, 90min
19h – Grande Pré-Estreia: Eu e você, 35mm, 96min
21h – Mostra Competitiva: O mirante, Turquia, AUWE, 100min
16 DE JUNHO – DOMINGO
11h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
15h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min
17h – Mostra Panorama África: A Jangada (sessão gratuita), 87min
19h – Grande Pré-Estreia: A Bela que dorme, 101min
21h – Mostra Competitiva: O futuro, Itália, AUWE, 94min
17 DE JUNHO – SEGUNDA-FEIRA
11h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
17h – Mostra Panorama África: Yema (sessão gratuita), 90min
19h – Mostra Competitiva: Sete caixas paraguaias, Paraguai, digital, 100min
21h – Mostra Competitiva: Alto como uma árvore de Baobá, Senegal/EUA, digital, 82min
18 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA
11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min
15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
17h – Mostra Panorama África: Show Man (sessão gratuita), 110min
19h – Mostra Competitiva: A casa vermelha, Nova Zelândia, digital, 75min
21h – Mostra Competitiva: Voando com a garça, China, digital, 99min
19 DE JUNHO – QUARTA-FEIRA
11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min
15h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min
17h – Mostra Panorama África: A Jangada (sessão gratuita), 87min
19h – Mostra Competitiva: Os chefes, Rússia, digital, 99min
21h – Mostra Competitiva: Workers, Rússia, digital, 120min
20 DE JUNHO – QUINTA –FEIRA
11h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min
15h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min
17h – Mostra Panorama África: Show Man (sessão gratuita), 110min
19h – Mostra Competitiva: Don Jon, EUA, digital, 90min
21h – Mostra Competitiva: Blanca Nieves, Espanha, 35mm, 104min
21 DE JUNHO – SEXTA-FEIRA
11h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min
15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
17h – Mostra Panorama África: Virgem Margarida (sessão gratuita), 90min
19h – Mostra Competitiva: Um toque de luz, Taiwan, digital, 110min
21h – Grande Pré-Estreia: A Bela que dorme, 101min
22 DE JUNHO – SÁBADO
10h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min
14h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min
17h – Mostra Panorama África: Como roubar dois milhões (sessão gratuita), digital, 88min
19h – Mostra Competitiva: Blanca Nieves, Espanha, 35mm, 104min
21h – Grande Pré-Estreia: Uma primavera com minha mãe, França, digital
23 DE JUNHO – DOMINGO
11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min
15h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min
17h – Mostra Panorama África: Virgem Margarida (sessão gratuita), 90min
19h – G Grande Pré-Estreia e Premiação
21h – Filme vencedor
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Pernambucano, criado no Rio de Janeiro, radicado em Brasília. Fundou a revista de poesia experimental BRIC-A-BRAC, em Brasília, em 1985. Na poesia, tem militância ativa há mais de 30 anos. Publicou seu primeiro livreto, Kiprokó, em 1977, no Rio de Janeiro. Em Brasília publicou Clube do Ócio, em 1980, Luminares, em 1982; Realejos, em 1988; a antologia Cadê?, em 1998; e Bala, em 2005.
Atende pelo e-mail turibapoeta@gmail.com