quinta-feira, 13 de junho de 2013

SOLDADOS DE ISRAEL DANÇAM FUNK DE FIO DENTAL

Um grupo de recrutas de Israel voltou a provocar a ira do comando do Exército do país do Oriente Médio. Em um vídeo postado na web e disseminado pelas redes sociais, as três militares - uma delas exibindo fio-dental - aparecem dançando de forma sensual e usando um fuzil para fazer pole dance em um alojamento.
Uma das soldados é ouvida dizendo em hebraico, segundo o "Sun", que vai postar o vídeo da dança no Facebook.
Assista ao vídeo publicado no YouTube:
Recentemente, o Exército puniu recrutas baseadas no Sul de Israel após elas postarem no Facebook fotos (abaixo) em que aparecem de uniforme e roupas íntimas. Não está claro se as mesmas mulheres estão envolvidas nos dois episódios. Fonte: O Globo/Blog "page not found"
Inicialmente circularam fotos com os rostos borrados, mas depois as faces das recrutas surgiram sem proteção das identidades:

terça-feira, 11 de junho de 2013

É GRAVE A CRISE NO COMITÊ DA COPA DO MUNDO

Juca Kfouri

O Comitê Organizador Local da Copa do Mundo no Brasil está tecnicamente falido.

A praticamente um ano do começo da Copa, o COL está sem dinheiro por causa de uma série de erros que vão desde salários e bônus extravagantes, até gastos exorbitantes por falta de cuidados básicos e de planejamento.

Por exemplo: o quartel general da Fifa, no Rio, no hotel Sofitel, funciona alimentado por geradores diesel em sua parte externa, graças a um cabeamento especial caríssimo que a Fifa se recusa a arcar, por considerá-lo fruto da falta de avaliação sobre a real capacidade de energia elétrica para suportar a operação.

Especialistas, que preferem não se identificar, informam que a operação para atender a imprensa corre sérios riscos, além de constatar que a patrocinadora oficial da Copa na área de comunicação, a Oi, foi passada para trás por dois de seus concorrentes, a Nextel e a Claro.

Segundo tais técnicos, também não há mais tempo para a correta montagem da infraestrutura de telecomunicação nos estádios, motivo de constantes desentendimentos entre o COL, a Fifa e a HBS, a empresa encarregada pela área de transmissão da Copa.

O clima interno no COL contrasta com a imagem que se busca passar para fora dele.

Dois dos principaia executivos do órgão, Joana Havelange, filha de Ricardo Teixeira, e Leonardo Rodrigues, cunhado do ex-presidente da CBF, foram esvaziados pelo chefe do COL, Ricardo Trade.

Comentário para o Jornal da CBN desta terça-feira, 11 de junho de 2013.

A COPA DAS CONFEDERAÇÕES, OPORTUNIDADE PARA VIRAR O JOGO

Fernando Trevisan*


         A Copa das Confederações, avant-première da série de megaeventos que o Brasil sediará nos próximos anos, deve suscitar a análise das perspectivas abertas pela chamada "Década de Ouro" do esporte nacional, mas também uma sensata autocrítica sobre os problemas persistentes. Se o campeonato mundial da Fifa de 2014 e a Olimpíada de 2016 abrem largos horizontes para a consolidação do profissionalismo, desenvolvimento do marketing e ascensão do esporte brasileiro, em especial o futebol, a patamar semelhante ao da Europa, é preciso ser realista no dimensionamento de como estamos aproveitando essas oportunidades.

         Com o intuito de contribuir para essa avaliação, ao longo de todo o processo de preparação para a Copa do Mundo, a Trevisan Gestão do Esporte desenvolveu pesquisa destinada a acompanhar a opinião de um público especializado, quanto à execução dos projetos relacionados ao megaevento esportivo, em sete áreas-chave: Aeroportos e Portos; Estádios; Hospedagem; Mão-de-obra;  Segurança; Telecomunicações; e Transporte. A amostra é exclusiva da Trevisan e composta por mil especialistas, dentre professores, alunos e ex-alunos dos cursos de gestão do esporte e profissionais do setor.

Em sua quarta edição, o estudo indica ligeira melhora na opinião dos especialistas com relação ao andamento dos preparativos para o evento, mas a nota geral continua abaixo do aceitável. Todos os itens avaliados apresentaram uma evolução positiva em relação à última pesquisa, o que acaba sendo algo até natural, dada a maior proximidade do evento. Agora, três itens estão com avaliação acima da média de 2,5: Estádios, Hospedagem e Qualificação da Mão de Obra. Os outros ainda estão "reprovados" pela amostra. Na medição anterior, havia apenas um item acima da média.

O item Qualificação da Mão de Obra foi o que teve maior evolução em relação à última medição, provavelmente por conta do lançamento do programa de voluntariado da Fifa. A opinião mais negativa da amostra continua relacionada às obras de mobilidade, tanto as internas (urbana), quanto as aeroportuárias. Fica cada vez mais evidente que os benefícios duradouros propiciados pela realização da Copa do Mundo no Brasil serão restritos aos novos estádios, à melhoria da capacidade hoteleira e à maior capacitação da mão de obra turística, em detrimento das obras de infraestrutura urbana.

         Percebe-se com clareza que, mesmo em aspectos nos quais as notas melhoraram, como nos estádios, ainda há problemas. A 15 dias do início da Copa das Confederações e no jogo preparatório da Seleção Brasileira contra a da Inglaterra, o primeiro no "novo Maracanã", no Rio de Janeiro, foi constrangedor constatar as obras externas não concluídas. E este é apenas um exemplo, dentre outros observados nas arenas das cidades-sede. O que dizer, então, da situação precária da segurança pública, que afugenta turistas, do atraso e o risco de até mesmo não saírem do papel muitas obras de transportes urbanos, infraestrutura, portos e aeroportos?

         Por enquanto, estamos perdendo a oportunidade de aproveitar na plenitude a realização do mundial da Fifa e da Olimpíada do Rio de Janeiro como marcos de transformação urbanística e desenvolvimento. Assim, aproveitando a motivação da Copa das Confederações, é hora de virar o jogo. Afinal, o sucesso e o legado dos megaeventos esportivos podem ser benéficos para a economia, o turismo, a qualidade da vida, o esporte como um todo e o futebol nacional, que precisa de um definitivo impulso para consolidar seu processo de profissionalização, ampliação das receitas e fortalecimento das entidades esportivas.

*Fernando Trevisan é pesquisador e consultor da Trevisan Gestão do Esporte.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

TUDO PRONTO PARA A FLIP QUE HOMENAGEIA GRACILIANO RAMOS


Mais de 40 convidados, entre brasileiros e estrangeiros, subirão ao palco
da Flip entre os dias 3 e 7 de julho para falar de literatura sob diferentes
abordagens.

Início de uma nova década para a Flip – Festa Literária Internacional
de Paraty –, a 11ª edição do evento traz Graciliano Ramos como o autor
homenageado. Mais atual do que nunca, e de indiscutível relevância na história cultural do país, o trabalho do escritor alagoano inspira os temas das mesas, que serão abordados pelos convidados nacionais e internacionais.
A Flip 2013 reúne escritores contemporâneos cujo modo de criação, mais livre, se reafirma. A poesia surge em meio à prosa, o ensaio reaparece como gênero literário e microrrelatos em obras de ficção dão o tom ao estilo singular de cada autor. "Contra o dogmatismo que pretende estabelecer um modelo único de escrita, a Festa Literária Internacional de Paraty aposta numa multiplicação de escritas possíveis, pressupondo que a literatura estará sempre ligada ao próprio tempo, mas de maneiras tão diversas quanto as experiências de seus criadores", afirma Miguel Conde, curador da Flip.

PRIMAVERA ÁRABE

Foi pensando na multiplicidade de abordagens que o curador definiu nomes
que vão do poeta Tamim Al-Barghouti, figura central na primavera árabe,
ao romancista Michel Houellebecq. Narrador ácido e observador crítico do
mundo contemporâneo e suas relações, Houellebecq venceu o Goncourt
em 2010 com o romance Partículas Elementares e é considerado um dos
grandes nomes da atual prosa francesa.
Especialista em contos e narrativas concisas, a norte-americana Lydia Davis, finalista do Man Booker International Prize 2013, falará de obras de sua autoria que não raro transitam entre ficção, ensaio e poesia. Já a franco-iraniana Lila Azam Zanganeh trará para o palco da Flip sua leitura original da obra de Vladimir Nabokov, tido por ela como o "grande escritor da felicidade".
O escritor norte-americano Tobias Wolff e o norueguês Karl Ove Knausgård
se encontram em debate sobre a relação entre ficção e confissão, ou criação literária e experiência pessoal. Enquanto Wolff é conhecido especialmente como contista e memorialista, Karl Ove ganhou projeção internacional após a publicação de Minha Luta, narrativa autobiográfica em seis volumes.

Especialmente expressiva nesta edição, a relação da literatura com o cinema, a música e arquitetura ajuda a quebrar a linha divisória entre as artes. Vai nesse sentido a presença do historiador da arte T.J. Clark, dos cineastas Eduardo Coutinho e Nelson Pereira dos Santos, da cantora Miúcha, do arquiteto Eduardo Souto de Moura e do célebre crítico de arquitetura da New Yorker Paul Goldberger. Num dos encontros mais aguardados da festa, Maria Bethânia e Cleonice Berardinelli, professora emérita da UFRJ e da PUC-Rio, se encontram em mesa sobre Fernando Pessoa.

Outro dos grandes nomes internacionais convidados, o francês Jérôme Ferrari se junta ao brasileiro Daniel Galera para refletir sobre um elemento em comum das obras de ambos: a atualização de temas ligados à tragédia clássica, como o conflito entre ação humana e predestinação.
O cotidiano habita o trabalho das três jovens poetas Alice Sant'Anna,
Ana Martins Marques e Bruna Berber, que se reunirão na primeira mesa
da Flip para falar sobre o lado ora cômico, ora melancólico, ora sublime dos
dias comuns quando estes se tornam matéria de sua poesia. Zuca Sardan e Nicolas Behr, dois grandes satiristas brasileiros das últimas décadas, discutirão um estilo que ironiza consensos e costumes de forma igualmente poética e caricata, utilizando os recursos próprios da poesia, marcada pela invenção verbal e gráfica.
O autor e jornalista inglês Geoff Dyer e o escritor e editor norte-americano
John Jeremiah Sullivan se juntarão em uma mesa da Flip para discutir o ensaio como gênero literário. Em torno do tema será também estruturada a Oficina
Literária da 11ª Flip, coordenada pelo escritor e editor da revista serrote
Paulo Roberto Pires (inscrições já encerradas).
Mais informações sobre outros autores participantes das mesas estarão no site
flip.org.br e no folder da coletiva.
Gilberto Gil: de volta à Flip
Gilberto Gil fará o show na noite de abertura do evento, no dia 3 de julho.
Na tarde da quinta-feira, dia 4, Gil participa da tradicional mesa Zé Kleber,
ao lado da socióloga Marina de Mello e Souza. O tema da mesa será culturas
locais e globais, e o debate incluirá a criação e manutenção de políticas
públicas para disseminação de programas culturais, assunto debatido nos
dois últimos anos do evento. Professora do departamento de História da USP,
Marina atualmente se dedica à história da África pré-colonial.
O repertório do show pinça faixas representativas de 50 anos de palco.
Acompanhado do filho Bem Gil (violão e guitarras) e do músico Gustavo Di
Dalva (percussão), Gil relembra canções seminais compostas nas diversas
fases de sua carreira, como Domingo no Parque, Palco, Estrela, entre outros sucessos.
Venda de Ingressos

domingo, 9 de junho de 2013

O POETA ZUCA SARDAN SERÁ ESTRELA NO FLIP, leiam artigo de Francisco Alvim publicado no Prosa do dia 9 de Junho

O lance do Zuca

Por Francisco Alvim

 Corriam os anos finais da década de 50. Frequentávamos, os dois, o curso preparatório para os exames do Itamaraty, em Botafogo. Ali nos tornamos amigos, grandes amigos para toda a vida.

Já praticávamos a poesia e logo me dei conta da natureza singular de seu talento, da originalidade de seu caráter e modo de encarar a vida.

Zuca tinha um Fusca azul lavado, em que corríamos a cidade — o nosso, para sempre nosso, Rio daqueles anos.

Guiava mal e seu estilo de dirigir repetia o de nossas absorventes conversas, que giravam em torno de tudo, de modo ziguezagueante e errático. Choviam buzinas e impropérios. Nunca o vi perder a calma. O máximo que se permitia era um ora ora, vá tomar banho, amolar o boi.

Nessas andanças, chegamos a compartilhar eventos memoráveis, pelo menos para nós, não sei se para alguém mais. Como da vez em que assistimos a dança dos garçons num cabaré da Lapa, subitamente convertidos em meia dúzia de covers de Carlitos. Zuca apreciava impávido, com seus modos bem educados e discretos. Eu deixei-me entusiasmar um pouco demais. Resolvi pentear o cabelo com um pente marca Flamengo que escapava do bolso de cidadão sentado à minha frente. Atravessamos incólumes e solidários, sem maiores conflitos, aquela zona de turbulência.

Ou numa alta madrugada do verão carioca, ao lobrigarmos à nossa frente um conversível guiado por Antônio Maria com Vinicius no bojo, que singrava devagar os meandros de um trajeto caprichoso. A rota incerta devia-se ao bando de cachorros que ia atrás de uma cachorra no cio. Os cães de língua no chão, como é de praxe acontecer aos machos de qualquer espécie em tais circunstâncias.

Ou ainda as vesperais musicais do antigo Bar Alpino, no Leme, um casarão tirolês com fachada em V invertido, em cujo vértice situava-se uma diminuta sala de cinema. Acessava-se a salinha por uma escadaria externa em diagonal que subia do chão até o teto e terminava numa portinhola de relógio cuco. Dentro do casarão, o amplo salão térreo não destoava. Pé direito alto, árvores copadas e viridentes, de grossos troncos, das quais pendiam pomos vermelho-vivo, tudo em estuque primoroso. Uma floresta bávara. Ali dávamos expediente pelas tardes, ao som de um quarteto — piano, contrabaixo, violino, flauta? — que trajava, pasmem, casaca.

Em meio a tais aventuras e cenários, coube-me a experiência inesquecível de conviver com um humorista de grosso calibre e de acompanhar os anos moços da criação de uma obra sem par em nossas letras.

Zuca, que reside há muitos anos em Hamburgo, vem ao Brasil em julho, para participar de mesa da Flip com o confrade Nicholas Behr e para lançar pela Cosac Naify, "Ximerix", livro de poemas.

Livro dominantemente de adivinhas, destinado a encontrar respostas para as "lupercais fantasias" dos que irão consultá-lo. I Ching caboclo, dublê de oráculo de realejo, "em cinco cadernos", que tem por fundamento o confronto físico, metafísico e patafísico com a "indigitada das gentes" (para lembrar Manuel Bandeira) a permear o balanço de poéticas e ideologias dos tempos bicudos que coube ao poeta viver.

É preciso ler os versos de "Ximerix" no registro didascálico de apotegmas, bustrofédons, burlas e aforismas, como quer o autor.

O livro constitui-se ademais numa hilária sátira de estilos. O leitor com bom ouvido há de reconhecer nele desde os timbres da fábula clássica, da prosa libertina e dissoluta do século XVIII francês (tempos da Regência e do Divino Marquês, particularmente caros a Zuca), do lirismo do alto e baixo romantismo, até o das figurações mais e menos herméticas do simbolismo, seguidas das marmóreas do parnasianismo, tudo naturalmente revirado na técnica bustrofédons.

O alvo é o leitor que queira ter um molho de chaves que tranquem mais do que abram os significados e os sentidos; ou que os abram mais do que fechem, quando se supõe o contrário. 

Porque na realidade o que todos desejam mesmo é ter todas as respostas. E Zuca ri e nos faz rir disso.

Joguem as adivinhas, formulem suas "lupercais fantasias" e vejam no que dão. Para isso só se precisa seguir regra muito simples; e de dois dados.

 

Francisco Alvim é poeta

terça-feira, 4 de junho de 2013

Fwd: : BIFF 2013 - Festival Internacional de Cinema de Brasília


                                                               

Festival Internacional de Cinema de Brasília

Brazilian International Film Festival

DE 13 A 23 DE JUNHO - CINE CULTURA E MUSEU DA REPÚBLICA

 

Segunda edição chega ainda maior

 

*12 filmes de todos os continentes e inéditos no Brasil concorrem na Mostra Competitiva

 

* Seis mostras paralelas e pré-lançamentos trazem para as telas obras de alguns dos mais importantes realizadores internacionais

 

*Seminários traçam um retrato do mercado cinematográfico mundial

 

*R$ 100 mil em prêmios, 350 exibições, 50 filmes

 

Mais de 220 filmes inscritos. Mais de 40 países de todos os continentes representados. Este foi o panorama apresentado à comissão de curadoria do II BIFF – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE BRASÍLIA. Deste processo, restaram 12 selecionados para a Mostra Competitiva – dez deles já confirmados. Eles irão concorrer a prêmios no valor total de R$ 100 mil. Mas o BIFF promoverá muito mais do que uma mostra competitiva de filmes de longa-metragem. O festival apresentará seis mostras paralelas, pré-lançamentos de obras de nomes de peso do cinema mundial e ainda organizará uma série de seminários que fazem uma radiografia do mercado cinematográfico mundial. Um evento que quer se firmar como um dos mais consistentes do País. O II BIFF – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE BRASÍLIA acontece de 13 a 23 de junho, no Museu Nacional da República e no Cine Cultura Liberty Mall.

 

Para a mostra competitiva, estão selecionados filmes dos Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Chile, Itália, Senegal, Turquia, China, Nova Zelândia, Taiwan e Espanha. Como determina o regulamento do Festival, são o primeiro ou no máximo terceiro filme da carreira de seus realizadores. Todos inéditos no Brasil. As sessões solenes ocorrerão no Auditório I do Museu da República e as reprises no Cine Cultura Liberty Mall. Alguns diretores já confirmaram presença, como o argentino Hernán Goldfrid (de Tesis sobre un homicídio), Juan Carlos Maneglia e Tana Schembori (do paraguaio 7 Cajas), Jeremy Teicher (de Tall as the baobab tree, produção Senegal/EUA), o chinês Rui Jun Li (de Fly with the crane) e Alyx Duncan (do neozelandês The Red House).

 

Outra novidade do festival em 2013 é a criação da sessão GRANDES PRÉ-ESTREIAS, que exibirá em primeira mão no Brasil os mais recentes filmes de Bernardo Bertolucci (Eu e Você), Marco Bellochio (A Bela que dorme) e Sofia Coppola (Bling Ring – A Gangue de Hollywood).

 

Além disso, o II BIFF contará com uma ampla programação de seminários para discutir o mercado cinematográfico no mundo. Em Os mercados sul-americanos e os espaços das cinematografias nacionais, por exemplo, será possível ter um retrato detalhado do público e da produção de nossos hermanos, com dados como o total de espectadores para filmes nacionais e estrangeiros (em 2012, 3,5 milhões na Colômbia e na Argentina para produções nacionais e cerca de 40 milhões para os filmes estrangeiros), total de salas em 3D, filmes lançados, preços de ingressos etc.

 

A grade de seminários contempla diálogos entre continentes (Brasil e África: as possibilidades de intercâmbio e coprodução), debates sobre o papel do estado (As perspectivas do cinema e do audiovisual na América do Sul: o papel do estado e a participação da sociedade), os desafios impostos pelas novas tecnologias (O mecanismo de financiamento para a digitalização do parque exibidor, A participação dos exibidores e dos distribuidores no processo de digitalização do parque exibidor, Os desafios do mercado digital) e a produção do futuro (Os desafios dos novos realizadores no atual panorama da América do Sul). "Se vislumbramos a formação de um bloco econômico que compreenda toda a América do Sul, temos que discutir qual o espaço do nosso cinema nesse mercado", avisa Nilson Rodrigues, diretor geral do Festival. A programação dos seminários recebe a coordenação geral de Paulo Sérgio Almeida e conta com a curadoria de José Carlos Avellar.

 

O BIFF – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE BRASÍLIA/ BRASILIA INTERNATIONAL FILM FESTIVAL tem direção geral de Nilson Rodrigues e direção de programação de Anna Karina de Carvalho.

 

MOSTRAS PARALELAS

 

O BIFF quer ser mais do que uma vitrine do que se faz de mais recente no cinema mundial. O Festival deseja promover a reflexão e para isso concebeu também um amplo programa de mostras paralelas. A começar pela mostra KRISIS, que vai exibir documentários da Espanha, Estados Unidos, Argentina e França. Dos EUA vem, Fatal Assistance, do premiado diretor haitiano Raoul Peck, que faz um retrato devastador das tentativas do Haiti se reerguer após o terremoto de 2010. Já Calles de la memória, da argentina Carmen Guarini, discute a transmissão da memória a partir dos atos de terrorismo praticados pela ditadura militar do país.

 

A mostra AMÉRICA DEL SUR oferecerá a oportunidade (rara) de o espectador tomar contato com o que se tem produzido de mais recente no cinema do continente. Trará títulos como Crónica del fin del mundo, do colombiano Maurício Cuervo Rincón, sobre a fragilidade do mundo que cada pessoa constrói em torno de si. Reverón, do venezuelano, Diego Risquez, que mostra em linguagem de ficção o romance entre o grande artista plástico venezuelano Armando Reverón e sua Juanita. Lo más bonito y mis mejores años, um road movie boliviano, assinado por Martin Boulocq, e Prometeo Deportado, de Fernando Mieles, que narra o drama de um grupo de equatorianos detidos numa sala de um aeroporto europeu à espera de serem deportados, dentre outros títulos.

 

Pela mostra INDEPENDENTES AMERICANOS passarão dramas e comédias como; Gimme the loot, de Adam Leon; Now, forager, de Jason Cortlund e Julia Halperin; Detroit Unleaded, refilmagem de Rola Nashef de um curta de 2007; e It felt like love, de Eliza Hittman.

 

Para a mostra PANORAMA ÁFRICA estão confirmados Yema, de Djamila Sahraoui, um retrato pungente da Guerra Civil na Argélia; La Pirogue, de Moussa Touré, sobre a tentativa de senegaleses de emigrar para as Ilhas Canárias; Virgem Margarida, premiado filme do moçambicano Licínio Azevedo sobre a reeducação de prostitutas em Moçambique; One man's show, do nigeriano Newton Aduaka, sobre um ator de meia idade e seus relacionamentos familiares; e How to steel 2 million, filme de ação dirigido por Charlie Vundla, da África do Sul.

 

Na mostra MUNDO ANIMADO, serão exibidos Komaneko – O gatinho curioso, produção japonesa de Tsuneo Goda sobre um gato que adora fazer bonecos para usar em seus filmes de animação; O Segredo de Eleonor, animação de Dominique Monféry, que conta a história do menino Nathaniel, criador de um plano para salvar os personagens dos contos de fadas; e Zarafa, produção de Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lie em que o menino Maki e a girafa órfã Zarafa vivem uma grande aventura, viajando das areias do Sudão até as luzes de Paris.

 

PROGRAMAÇÃO FILMES

 

MOSTRA COMPETITIVA

DON JON – USA, 2013, 95 minutos – Dir. Joseph Gordon-Levitt

TESIS SOBRE UN HOMICIDIO – ARGENTINA, 2013, 105 minutos – Dir. Hernán Goldfrid

 

7 CAJAS – PARAGUAY, 2012, 100 minutos - Dir: Juan Carlos Maneglia e Tana Schémbori 

IL FUTURO ITALIA/CHILE/ALEMANHA/ESPANHA, 2012, 98 minutos - Dir: Alicia Scherson

TALL AS THE BAOBAB TREE – SENEGAL/USA, 2012, 82minutos - Dir: Jeremy Teicher

THE MAJOR – RÚSSIA, 2013, 80 minutos - Dir: YuriBykov

WATCHTOWER – TURQUIA, 2012, 100 minutos - Dir: Pelin Esmer

FLY WITH THE CRANE - CHINA, 2012, 99 min - Dir: Li Ruijun

THE RED HOUSE – NEW ZEALAND, 2012, 85 min - Dir: Alyx Duncan

TOUCH OF THE LIGHT – TAIWAN, 2012, 110 min - Dir: Chang Jung-chi

BLANCANIEVES – ESPANHA, 2012, 104 min - Dir. Pablo Berger

WORKERS – MÉXICO/ALEMANHA, 2013, 120 min - Dir: José Luis Valle

EAT SLEEP DIE – SUÉCIA, 2012, 100 min - Dir: Gabriela Pichler

 

MOSTRA AMÉRICA DEL SUR

CRONICA DEL FIN DEL MUNDO – COLÔMBIA, 2012, 85 min - Dir: Maurício Cuervo Rincón

REVERÓN – VENEZUELA, 2011, 110 min - Dir: Diego Risquez

TANTA ÁGUA – URUGUAI, 2013, 100 min - Dir: Ana Guevara e Letícia Jorge

PAISAJES DEVORADOS – ARGENTINA Dir: Eliseo Subiela

LO MÁS BONITO Y MIS MEJORES AÑOS – BOLÍVIA, 2005, 93 min - Dir: Martin Boulocq

PROMETEO DEPORTADO – EQUADOR, 2010, 110 min - Dir: Fernando Mieles

MIGUEL DE SAN MIGUEL – CHILE, 2012, 80 min - Dir: Matías Cruz

 

MOSTRA GRANDES PRÉ-ESTREIAS

A BELA QUE DORME – ITÁLIA/FRANÇA, 2012, 115 min – Dir. Marco Bellocchio

Eu e Você – ITÁLIA, 2012, 104 min – Dir. Bernardo Bertolucci

UMA PRIMAVERA COM MINHA MÃE – FRANÇA, 2012, 93 min – Dir. Stéphane Brizé

 

MOSTRA INDEPENDENTES AMERICANOS

HIDE YOUR SMILING FACES – EUA, 2013, 81 min - Dir: Daniel Patrick Carbone

GIMME THE LOOT – EUA, 2012, 79 min - Dir: Adam Leon

NOW, FORAGER – EUA/Polônia, 2012, 93 min - Dir: Jason Cortlund e Julia Halperin

DETROIT UNLEADED – CANADÁ, 2012, 93 min - Dir: Rola Nashef

SIMON KILLER – EUA, 2011, 106 min - Dir: Antonio Campos

IT FELT LIKE LOVE – EUA, 2013, 82 min - Dir: Eliza Hittman

 

MOSTRA KRISIS

MERCADO DE FUTUROS – ESPANHA, 2011, 110 min - Dir: Mercedes Álvarez

SUSHI: THE GLOBAL CATCH – EUA, 2011, 84 min - Dir: Mark Hall

99% THE OCCUPY WALL STREET COLLABORATIVE FILM – EUA, 2013, 97 min – Dir. Coletiva

FATAL ASSISTANCE – FRANÇA/HAITI/EUA/BÉLGICA, 2013, 100 min - Dir: Raoul Peck

CALLES DE LA MEMÓRIA – ARGENTINA, 2013, 65 min - Dir: Carmen Guarini

VOL SPÉCIAL – FRANÇA, 2011, 103 min - Dir: Fernand Melgar

 

MOSTRA PANORAMA ÁFRICA

YEMA – ARGÉLIA, 2012, 93 min - Dir: Djamila Sahraoui

LA PIROGUE – SENEGAL/FRANÇA, 2012, 87 min - Dir: Moussa Touré

VIRGEM MARGARIDA – MOÇAMBIQUE, 2012, 87 min - Dir: Licínio Azevedo

ONE MAN'S SHOW – NIGÉRIA/FRANÇA, 2010, 81 min - Dir: Newton I. Aduaka

HOW TO STEEL 2 MILLION – ÁFRICA DO SUL, 2011, 88 min - Dir: Charlie Vundla

 

MOSTRA MUNDO ANIMADO

KOMANEKO - O GATINHO CURIOSO – JAPÃO, 2009, 60 min - Dir: Tsuneo Goda

O SEGREDO DE ELEONOR – FRANÇA, 2009, 75 min - Dir: Dominique Monféry

ZARAFA – FRANÇA, 2012, 78 min - Dir: Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lie

 

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA

 

14 DE JUNHO – SEXTA-FEIRA

11h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

17h – Mostra Panorama África: Como roubar dois milhões (sessão gratuita), digital, 88min

19h – Mostra Competitiva: Tese sobre um Homicídio, Argentina, 35mm, 106min

21h – Mostra Competitiva: Comer, dormir e morrer, Suécia, digital, 104min

 

15 DE JUNHO – SÁBADO

11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min

15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

17h – Mostra Panorama África: Virgem Margarida (sessão gratuita), AUWE, 90min

19h – Grande Pré-Estreia: Eu e você, 35mm, 96min

21h – Mostra Competitiva: O mirante, Turquia, AUWE, 100min

 

16 DE JUNHO – DOMINGO

11h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

15h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min

17h – Mostra Panorama África: A Jangada (sessão gratuita), 87min

19h – Grande Pré-Estreia: A Bela que dorme, 101min

21h – Mostra Competitiva: O futuro, Itália, AUWE, 94min

 

17 DE JUNHO – SEGUNDA-FEIRA

11h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

17h – Mostra Panorama África: Yema (sessão gratuita), 90min

19h – Mostra Competitiva: Sete caixas paraguaias, Paraguai, digital, 100min

21h – Mostra Competitiva: Alto como uma árvore de Baobá, Senegal/EUA, digital, 82min

 

18 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA

11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min

15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

17h – Mostra Panorama África: Show Man (sessão gratuita), 110min

19h – Mostra Competitiva: A casa vermelha, Nova Zelândia, digital, 75min

21h – Mostra Competitiva: Voando com a garça, China, digital, 99min

 

19 DE JUNHO – QUARTA-FEIRA

11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min

15h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min

17h – Mostra Panorama África: A Jangada (sessão gratuita), 87min

19h – Mostra Competitiva: Os chefes, Rússia, digital, 99min

21h – Mostra Competitiva: Workers, Rússia, digital, 120min

 

20 DE JUNHO – QUINTA –FEIRA

11h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min

15h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min

17h – Mostra Panorama África: Show Man (sessão gratuita), 110min

19h – Mostra Competitiva: Don Jon, EUA, digital, 90min

21h – Mostra Competitiva: Blanca Nieves, Espanha, 35mm, 104min

 

21 DE JUNHO – SEXTA-FEIRA

11h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min

15h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

17h – Mostra Panorama África: Virgem Margarida (sessão gratuita), 90min

19h – Mostra Competitiva: Um toque de luz, Taiwan, digital, 110min

21h – Grande Pré-Estreia: A Bela que dorme, 101min

 

22 DE JUNHO – SÁBADO

10h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min

14h – Mostra Mundo Animado: Zarafa, 35mm, 78min

17h – Mostra Panorama África: Como roubar dois milhões (sessão gratuita), digital, 88min

19h – Mostra Competitiva: Blanca Nieves, Espanha, 35mm, 104min

21h – Grande Pré-Estreia: Uma primavera com minha mãe, França, digital

 

23 DE JUNHO – DOMINGO

11h – Mostra Mundo Animado: Komaneko, 35mm, 60min

15h – Mostra Mundo Animado: O Segredo de Eleonor, 35mm, 75min

17h – Mostra Panorama África: Virgem Margarida (sessão gratuita), 90min

19h – G Grande Pré-Estreia e Premiação

21h – Filme vencedor

 

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Fwd: Entenda como os Florais de Bach podem ajudar os apaixonados


                                                                                           
 
O amor e os Florais de Bach
 
Entenda como os Florais de Bach podem ajudar os apaixonados
 
Rejeição, culpa, baixa autoestima, esconder emoções, problemas com a aparência ... Sentimentos que convivem com aqueles que amam podem ser amenizados, evitando o sofrimento
 
 
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São Paulo, 3 de junho de 2013 – A chegada do mês de junho traz consigo um clima de romance, afinal, é o mês em que se comemora o Dia dos Namorados. Porém, se para alguns celebrar o amor é um momento repleto de alegria, para outros, a data faz surgir sentimentos incômodos: rejeição; sofrimentos causados pelo excesso de possessividade; insegurança com relação ao amado e problemas de autoestima, entre outras queixas.
 
Para quem precisa de ajuda, a fim de minimizar o sofrimento, os Florais de Bach são uma excelente opção. Não tem contra-indicação e são totalmente naturais. "Se as pessoas soubessem como eles ajudam, seriam muito mais felizes", defende Maria Aparecida das Neves, educadora em Florais de Bach e uma das maiores especialistas no assunto. "Basta procurar um terapeuta floral, expor seus sentimentos, e tomar as essências por ele indicados".
 
- Para aqueles que precisam parar de apenas sonhar e, efetivamente, agir para conquistar alguém, a indicação é o floral Clematis que deixa a pessoa 'antenada' no presente para concretizar suas ideias.
 
- Para quem sente culpa por não ter se aproximado do grande amor ou por tê-lo deixado escapar, o floral Pine pode ajudar: "Ele transforma a autorreprovação em entendimento e merecimento, aproveitando a falha para crescer e se superar", diz Aparecida.
 
- Se o medo da rejeição ou a timidez impedem a pessoa de se aproximar de alguém, vale apostar no Mimulus, que traz coragem para enfrentar as situações.
 
- Para driblar a baixa autoestima, a indicação é o Larch, indicado para aqueles que não acreditam na sua capacidade e possuem sentimento de inferioridade.
 
- Se a baixa autoestima é resultado de problemas com a própria aparência, Crab Apple é a essência que promove aceitação e amor a si mesmo. "Antes de amar o outro, é preciso amar a si mesmo", reforça a educadora.
 
- Para os que tentam superar a dor da separação, após um relacionamento duradouro, a terapeuta recomenda o Star of Bethlehem. "O floral traz consolo para a alma que encontra-se em pedaços, livrando corpo e mente dos resquícios do trauma da perda. Ele permite que a pessoa se prepare para um novo amor", esclarece.
 
- Tem floral até para aqueles que, mesmo apaixonados, fingem indiferença e relutam em assumir a relação. "É o Agrimony, que ajuda as pessoas a serem verdadeiras e a demonstrar os seus sentimentos".
 
Os Florais de Bach originais estão disponíveis no site do Grupo Essence (www.grupoessence.com.br), distribuidor de Florais de Bach Originais, fitoterápicos e itens de aromaterapia. Mais informações sobre os produtos e vendas: (11) 3081-5217.
 
Os Florais de Bach
O médico inglês Edward Bach, na década de 30, descobriu um sistema universal de cura: os chamados Florais de Bach. A cura, neste caso, não era física, mas sim emocional, afinal, para ele a desordem dos sentimentos e emoções se refletia em malefícios no corpo – uma constatação, atualmente, muito fácil de entender.
Os Florais de Bach são 38 essências feitas a partir de plantas e florais, 'gotinhas' que ajudam as pessoas a administrar as pressões emocionais do dia-a-dia e as que surgem motivadas por alguma situação específica – perdas, traumas, etc. Com as emoções em ordem, é possível ter um corpo saudável, livre de qualquer mal.
Bach identificou 38 estados negativos da mente como medo, incerteza, solidão e desalento, entre outros. Para cada estado de ânimo ele encontrou uma planta e criou uma essência floral para tratá-lo.
A chave para receitar as essências é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. É o passo mais importante para equilibrar as emoções. São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida.
O sistema criado por Bach tem ainda outras vantagens: é totalmente natural, não é algo caro e não têm contraindicação. Esta forma de tratamento tem sido utilizada, cada vez mais, por terapeutas e pessoas comuns que buscam o equilíbrio com a ajuda de métodos naturais.
Sobre Maria Aparecida das Neves
Maria Aparecida das Neves é Practitioner e educadora há mais de dez anos. Foi co-autora do livro "Florais de Bach" lançado pela revista Caras (Editora Abril, Coleção Caras Zen) e produziu uma iniciativa inédita, o CD "Música para os Florais de Bach", desenvolvido em parceria com os músicos Adriano Grineberg e Edu Gomes. É proprietária do Disq Floral, empresa que comercializa e distribui produtos relacionados a Florais de Bach e Aromaterapia.
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