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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

JOÃOSINHO TRINTA É CANDIDATO A DEPUTADO E SERÁ HOMENAGEADO PELA GRANDE RIO


O carnavalesco Joãosinho Trinta, 75 anos, será o grande homenageado no desfile de 2010 da Grande Rio, cujo enredo contará a história dos melhores momentos dos 25 de existência do Sambódromo.
O mago do carnaval carioca será destaque numa ala que reviverá seu grande e polêmico enredo “Ratos e Urubus, larguem minha fantasia”, feita para a Beija-Flor de Nilópolis na década de 90.
O convite para Joãosinho desfilar na Grande Rio foi feito agora à noite (30.09) pelo carnavalesco Caê, durante o lançamento da candidatura do carnavalesco à deputado distrital por Brasília.
Joãosinho se filiou ao PTB-DF a convite do senador Gim Argello, presidente do partido no Distrito Federal.
Ele presidirá o PTB-Cultural de Brasília, uma ala do partido trabalhista que tratará que construir uma política cultural para a capital brasileira com a participação de artistas, produtores, poetas, cantoras, teatrólogos, artistas plásticos, etc.
A festa de lançamento de Joãosinho Trinta reuniu mais de duas mil pessoas na Galeteria do Lago Sul.

domingo, 30 de agosto de 2009

NICOLAR BEHR, AGORA EM ESPANHOL


El poeta brasilenõ Nicolás Behr lança su primera coletânea de traducion de sus poemas al espanol del poeta cubano Jesus J. Barquel. Será dia 9 de siptiembro, às 18 hs, no Rayuela

Ademais informacions por paubrasilia@paubrasilia.com.br

domingo, 23 de agosto de 2009

DÁ-LHE VAGAREZA! VIVA O SAMBA DE BRASÍLIA


Foi uma noite inesquecívelmente linda a que vivemos na quadra da Beija-Flor, em Nilópolis, na última quinta-feira. Por vários motivos: a recepção preparada pelo Laíla, José Antônio e os carnavalescos Bira, Fran Sérgio e Alexandre Louzada; peçp camarote montado para receber a delegação de Brasília; pela emoção de cantarmos naquele templo do samba carioca com a bateria da supercampeã e, principalmente, por elevarmos Brasília à condição de musa do carnaval de 2010.
Dos quatro sambas dos compositores brasilienses, três foram ficaram fora da disputa final, inclusive o do Tutuca com Paulo Djorge, uma promoção deste blog.
Somente o samba do Claudio Vagareza (na foto, em destaque), com uma lindíssima melodia, seguiu em frente, para uma nova semi-final com outros 15 concorrentes cariocas.
Ou seja, gente: Brasília continua no páreo. Toda força ao Vagareza e seus parceiros no samba que diz:

“Um canto de amor ecoa
Brasília é arte e faz encantar
O povo da Baixada te abraça
Orgulhoso a te exaltar”

sábado, 22 de agosto de 2009

UM MOMENTO DE UNIÃO E MAGIA



O mundo do samba de Brasília esteve totalmente envolvido na organização e na concretização desta jornada de música, poesia, amizade e cultura que certamente entrará para a história da cultura brasiliense em seus 50 anos.
A começar pela disposição do secretário de Cultura Silvestre Gorgulho, que inteligentemente conseguiu uma aeronave asfáltica para levar a galera calanga ao planeta Beija-Flor de Nilópolis. Tudo aconteceu dentro dos conformes e com total segurança, o que foi fundamental para todos nós.
A força do Pará, diretor da União das Escolas de Samba, que mesmo ausente estava presente; do Moacir de Oliveira, incansável presidente da supercampeã ARUC; do maestro Evandro Barcellos e dos músicos que o acompanharam; do jovem sambista Daniel e de toda sua rapaziada; o brilho luxuoso da voz de Dhi Ribeiro.
Destaco o trabalho com meu parceiro Paulo Djorge que chegou uma semana antes no Rio e fez o que pode, só Deus sabe como. Das vozes de Makley Matos e das canárias Renata Jambeiro e Teresa Lopes (foto em destaque duplo), do Dr. da Cuíca. Para essas, terei para sempre uma bela dívida de gratidão.
Agradeço de coração a jovem professora de dança Yara Uchôa, que abrilhantou nossas apresentações em Brasília e, em especial, no clip que está no youtube. Yara apareceu e ficará para sempre na nossa lembrança. Quem a trouxe foi a amiga Help, que tratou de costurar as baitas que a rapaziada se apresentou no Rio. Valeu, Help. Valeu Yara!
Um agradecimento aos parceiros-apoiadores do Café Martinica, Açougue Cultural T-Bone, do Beirute, do antiquário Pé Palito, do Pau Brasília, do Bom Demais, do Feitiço Mineiro; da gráfica Charbel.
Dos artistas plásticos Omar Franco, Darlan Rosa, Galeno, Tarciso Viriato, do parceiro Resa, pau pra toda obra. De Vânia, da Stela que pintou as baitas. Da galera do Rio de Janeiro, força total. Enfim, do envolvimento de Brasília nesta histórica jornada cultural.
Isso sem falar da torcida carioca comandado por Claudio Barreto que se uniu dentro de um Land-Hover e seguiu a caravana brasiliense em todos os passos, do Leblon até Nilópolis. Das amigas e dos amigos que entrelaçaram-se para um apoio fundamental. Foi show de bola e valeu, galera sagrada.

SHOW DE SELMYNHA E CLAUDINHO


O diretor de carnaval Laíla organizou uma recepção com todas as pompas & circunstâncias para os compositores, cantores, torcida e autoridades de Brasília.

Show da bateria, show dos passistas, das crianças de Nilópolis, verdadeiras flores dançantes; e um show super-especial da porta-bandeira, Selmynha Sorriso, e do mestre-salas Claudinho.

O cinegrafista Maxtunay, da In9; e a produtora Tata que documentaram tudo enquanto o livreiro Ivan Silva distribuía para os nilopolitanos as letras dos sambas nascidos em Brasília. Cada qual deu o melhor para tudo sair nos conformes. E saiu...

Jane Godoy e Yemanjá


A colunista Jane Godoy, do Correio Braziliense, foi destaque na delegação brasiliense que visitou à quadra e o barracão da Beija-Flor na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro.
Na foto, Jane vive um momento de magia ao dar a mão a Iemanjá na sala de troféu da Beija-Flor. Pura miscigenação.
O presidente da Brasiliatur, João Oliveira; e o diretor do Arquivo Público, Luiz Mendonça, acompanharam toda a visita e a noite de apresentação dos sambas de Brasília na quadra em Nilópolis.
Todos foram num ônibus de turismo fretado pelo secretário Silvestre Gorgulho. Foi uma noite com muita segurança e tranquilidade.

TODOS SOMOS VITORIOSOS



Mas sinceramente: todos saímos de lá, já na madruga da sexta, vitoriosos e contagiados pela alegria de viver tão intensa jornada cultural.
Brasília e Beija-Flor estão agora intrinsecamente ligadas pelos mistérios da arte, da história e do samba.
Alguns dos momentos inesquecível estão retratados nessas fotos.

DOM BOSCO NA SANTUÁRIO
Poetas e compositores de Brasília levaram uma imagem de Dom Bosco de presente aos carnavalescos da Beija-Flor. O santo, protetor dos jovens, foi entregue pelos secretários de Governo, José Maciel, e de Cultura, Silvestre Gorgulho.

sábado, 15 de agosto de 2009

DHI RIBEIRO, NASCE UMA ESTRELA


CANTORA LANÇA CD EM BRASÍLIA E PREPARA TURNÊ NACIONAL

Fui assistir ontem (sexta, dia 14)o show de lançamento do CD de Dhi Ribeiro e sentei ao lado do secretário de Cultura, Silvestre Gorgulho.
Vibramos, ambos, com sua voz potente cristalina, seu repertório requintada, seu jeitão de cantora vitoriosa e saímos com lá com uma certeza: surge uma nova estrela da MPB: Dhi Ribeiro, nascida em Nilópolis, criada na Bahia e crescida em Brasília.

LANÇAMENTO NACIONAL
Dhi Ribeiro foi lançada como cantora há duas semanas, como novo fenômeno musical de Brasília, no Programa do Faustão de 26 de julho passado.
Dhi gravou no início deste ano um CD pela Universal, gravadora do Zeca Pagodinho. Recentemente, Dhi se apresentou no Clube do Choro, onde cantou a música carro-chefe do seu CD, "Para consumo da casa", e como sempre agradou a todos.

O samba – graças a Deus! - se transformou no melhor e mais genuíno produto da cultura brasileira. Então, quando surge e se consolida uma nova voz no samba, é motivo para se soltar fogos, fazer festa e, principalmente, se cantar samba da melhor qualidade.
É o caso dessa bahiana-brasiliense com seu primeiro CD solo, intitulado “Meu Samba é Assim”.
“Cantar é o maior presente que Deus pode dar a um ser humano. Por isso, não me sinto envaidecida e sim privilegiada por ter recebido o divino dom musical da voz”, diz nossa estrela. Há cinco meses Dhi (com agá porque não quer esquecer as origens bahianas) trabalha firme e forte neste projeto. Para escolher seu primeiro repertório, ouviu quase 200 músicas.
Escolheu algumas pérolas dos nossos melhores compositores de samba de raiz, como Noca da Portela, Jorge Aragão, Luiz Carlos da Vila, Moacyr Luz, Toninho Geraes, Serginho Meriti, Roberto Serrão. A direção ficou por conta de Daniel Silveira e a produção musical do maestro Rildo Hora. A gravação foi no “CIA dos Técnicos”, o mais sofisticado estúdios do Rio de Janeiro. No entanto, o que carimba o passaporte para o sucesso desta bahiana de quase um metro e oitenta, cor de canela dos trópicos e um carisma estilo Ivete Sangalo, é realmente sua voz e sua maneira de cantar.
Boto fé -
Freqüento os sambas brasilienses há anos e, desde que vi pela primeira vez uma apresentação da Dhi ainda na banda “Coisa Nossa”, fiquei hipnotizado pela sua levada brasileiríssima e a potência de sua voz. De Brasília, ela não gravou muita gente. Afinal, a capital do samba é mesmo o Rio de Janeiro. Mesmo assim, seu CD terá um samba de Jr. Do Cavaco, sambista brasiliense já falecido. Por intermédio desta gravação, ele presta sua homenagem a todos os amantes do samba da capital brasileira.Junto com o CD, Dhy Ribeiro lança um clip onde é acompanhada por músicos brasilienses sob a direção de Evandro Barcellos.O samba brasileiro vive realmente um momento de real grandeza, com novas vozes, novas composições, novas levadas. E Brasília, dá sua luxuosa contribuição a este processo com o voz de Dhi Ribeiro.
Todo axé e sucesso para ela nesta jornada que só está começando!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

CLIP DE SAMBA-ENREDO É SUCESSO EM BRASÍLIA

Por Luis Turiba

O Café Martinica, na Asa Norte de Brasília, ficou superlotado na noite de terça-feira passada, dia 11 de agosto. Mais de 200 pessoas assistiram e aplaudiram o clip “VAI JORRAR LEITE E MEL”, com base no samba enredo feito por Paulo Djorge e Tutuca da Cuíca, para o enredo que a Beija-Flor homenageará Brasília no carnaval de 2010.
O clip está no youtube e já foi visto por mais de mil pessoas.
Vários artistas plásticos da cidade, entre eles Omar Franco, Darlan Rosa, Galeno, Resa, Tarciso Viriato e também o poeta Nicolas Behr e o livreiro Ivan Silva, doaram quadros, gravuras, livros e esculturas para serem vendidas e a renda bancar a ida do grupo de Brasília à Nilópolis, onde na próxima quinta-feira, dia 20, estarão defendendo o samba numa etapa de cortes.
“Estamos confiante que o samba “Vai jorrar leite e mel” ultrapassará mais esta etapa”, disse Paulo Djorge que já está no Rio ensaiando com Makley Matos.
O clip foi produzido por Luis Turiba e feito por Maxtunay, com a participação especial da professora de dança Yara Uchoa, madrinha do samba.
Todos estarão no Rio no próximo dia 20

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

SAMBA "VAI JORRAR LEITE E MEL" TERÁ CLIP NA INTERNET


Aguardem!!!! Babado fortíssimo.............Dançarina grava samba da Beija-Flor na Esplanada e quase pára o trânsito em torno do Congresso Nacional
Ouça o samba e em breve veja o clip
http://www.youtube.com/watch?v=648-1sx459E

O samba enredo "Vai Jorrar Leite e Mel", de Paulo Djoge e Tutuca da Cuíca, um dos quatro selecionados em Brasília pela Comissão de Carnaval da Beija-Flor para disputar com os sambas do Rio, terá um clip que será postado nos próximos dias no youtube.

O samba está fazendo o maior sucesso em Brasília e já toca até na Rádio Nacional e na Cultura FM.

A edição do clip é de Luis Turiba e os efeitos especiais de Maxtunay, que também fez a câmera.

A dançarina Yara Uchôa, madrinha do samba, gravou uma série de cenas em plena Esplanada dos Ministérios, provocando engarrafamento de trânsito.

A "madrinha" vestia um tubinho curtíssimo e juntíssimo e dançou na pirâmide do Teatro Nacional, no busto de JK na Praça dos Três Poderes, nas escadarias da Rodoviária, no Museu da República, na Terceira Ponte e em outros lugares citados no enredo da escola de Nilópolis.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

ADORA-RODA, O MELHOR SAMBA DA CAPITAL

Por Luis Turiba

O samba começa lento, manhoso, quase como quem não quer nada. Sempre às terças, por volta das nove da noite. Mas logo-logo esquenta e de repente está todo mundo cantando Martinho da Vila, Cartola, Candeia, Paulinho da Viola, Silas de Oliveira, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e outros bambas.
São os meninos do Adora-Roda, um grupo de samba formado por oito jovens brasilienses, todos cheios de energias e raiz, que botam pra quebrar. Breno Alves, Vinícius de Oliveira e Kadú Nascimento sustentam o vocal, com o apoio do cavaco esperto de Tito Silva, o sax de Bruno Patrício, o sofisticado violão sete cordas de Vinícius Magalhães; a percursa esperta e marcante de Guto e Dinho. O samba do ADORA-RODA é freqüentado por amantes de samba da capital brasileiro. O ministro dos Esportes, Orlando Silva, sempre marca presença quando está na cidade (ultimamente, ele anda mais pela África do Sul do que pelo Brasil); os colunistas políticos Luiz Carlos Azedo, do Correio Braziliense; e Ilimar Franco, de O Globo; também marcam presença na sexta.
UM MOVIMENTOO ADORA-RODA
Além de um grupo de samba, é também um projeto musical-cultural que existe desde o começo de 2007 em Brasília e tem o objetivo de enaltecer o autêntico samba de raiz e suas manifestações mais espontâneas.
O grupo tem participado frequentemente da cena musical da cidade. Já acompanhou o Mestre do Partido-Alto Almir Guineto, abriu o show de Zeca Pagodinho e também toca em diversas festas, desde projetos de samba como o TODOS OS SAMBAS do Clube do Choro, até casamentos e aniversários como o recente aniversário de 50 anos do político Rodrigo Rollemberg.
É considerado pela crítica como "a melhor roda de samba da cidade" e é frequente motivo de matérias dos principais jornais da cidade. Tudo isso é reflexo de um projeto que garante a oportunidade de ter o contato com estudos de raízes culturais genuínas em forma de música de qualidade.Terça-feira pode parecer um dia pouco provável para uma boa noite de samba, porém muitos ficam até o final da roda, que começa às nove da noite e vai até duas da manhã no Bar do Calaf.
Feita em volta de uma mesa, com formação oficial de 8 músicos, o grupo se apresenta com um repertório diverso, que mescla sucessos de grandes mestres conhecidos da mídia e outros tantos esquecidos ou ainda não tão conhecidos como é o caso das músicas de sua autoria. Frequentadores de todas as idades, classes sociais, cor ou credo se encontram, dançam e participam, batendo palma, cantando em coro, ou até mesmo músicos profissionais e amadores que enriquecem o movimento cultural, a alegria e tudo mais que o universo do samba pode oferecer.
Músicos:Breno Alves (voz principal e pandeiro), Vinícius de Oliveira (voz e banjo), Tito Silva (voz e cavaco), Kadú Nascimento (voz, tantã e caixa), Bruno Patrício (sax e flauta), Marcos Vinícius (violão de 6 e 7 cordas), Guto (repique de mão, repique de anel, conga, e percussão geral), Dinho (surdo, tamborim, agogô e percussão geral)Produção: Marcelo Barki - tel: 55(61)8433.4288 / 8402.3992 / 3344.0541 nextel: 7814.1464 / 88*9722marcelobarki@gmail.com, adoraroda@gmail.com

quinta-feira, 2 de julho de 2009

PIONEIROS FARÃO PARTE DA COMISSÃO DOS 50 ANOS


O empresário Orlando Taurisano, que chegou em Brasília em 1958 para construir a nova capital, fará parte da Comissão dos 50 anos de Brasília. Outros pioneiros, como o médico Ernesto Silva, também serão convidados. Taurisano é presidente da Fundação Athos Bulcão.
O anúncio foi feito pelo vice-governador Paulo Octávio hoje (2.07) durante o ato de instalação da pedra fundamental de onde será construída a sede da Fundação, localizada ao lado da Funarte, atrás da Torre de Televisão. O projeto da sede é do arquiteto Lelé, que construiu o Hospital Sarah.
A comissão terá 50 participantes entre personalidades, artistas, empresários e produtores, além de membro do GDF, e será instalada no dia 12 de setembro, data de aniversário de nascimento de Juscelino Kubitschek.
Paulo Octávio voltou a afirmar que as comemorações do cinquentenário farão com a capital "respire estética". Até o próximo dia 21 de Abril de 2010 serão inagurada a futura sede do Clube do Choro, terminado o Centro de Convenções, reformulada a Feira da Torre.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

OS 50 ANOS DE BRASÍLIA É MEU, É SEU, DE TODOS E ATÉ DO PAUL MCCARTNEY

Luis Turiba
Preparem-se! Até a Lei de Silêncio, muito respeitada na cidade, será suspensa por 10 dias para a festa não ser interrompida

A idéia é essa mesmo. Você, brasiliense, também pode ser o Paul McCartney do cinqüentenário de Brasília. Faça você mesmo sua comemoração. Crie, invente, se apresente. Basta querer. Brasília é de todos nós.

Essa é uma idéia que começa a ganhar corpo entre instituições culturais de Brasília para a grande festa dos 50 anos da cidade, que acontecerá 21 de abril de 2010. A proposta veio do Fórum de Cultura e foi endoçada pela secretaria de Cultura.

A proposta

O vice-governador Paulo Octávio quer colocar dois milhões de pessoas na Esplanada dos Ministérios, batendo todos os recordes. Para isso, deve trazer, junto com outros empresários do showbusiness nacional, o ex-Beatles Paul McCartney para a apresentação de aniversário num hiperpalco montada em frente ao Congresso Nacional.

Mas a idéia dos fazedores de cultura do DF é que a festa comece mesmo no dia 10 de abril e se prolongue por dez dias seguidos, até o gran-finale no 21 de abril. Será a "Virada Cultural" brasiliense.

Todos os entes culturais da capital – SESC, SESI, CCBB, Caixa Econômica, UnB, Sebrae, Administrações Regionais, Fecomércio, Fibra, embaixadas, grupos culturais – serão convidados a montar um calendário comum para a "virada" dos 10 dias que antecederão ao 21 de Abril de 2010.

Brasília será ocupada culturalmente. Os Sindicatos dos Bares, dos Hotéis, dos Promotores de Evento serão convidados a montar festivais gastronômicos, promoções turísticas, festivais em todas as cidades do DF.

Nesta época, todos os monumentos históricos devem ocupados com programações diversas, todos os bares e restaurantes promoverão encontros, lançamentos, exposições, etc.

No início deste mês, o assunto foi amplamente debatido na secretaria de Cultura com representantes da sociedade cultural brasiliense. Estavam presente o secretário-adjunto Beto Sales, o ex-ministro Roberto Brant, representando o governador Arruda; Beatriz Sales, da UnB; e Alexandra Capone e Day Hansen, ambas do Fórum de Cultura do DF.

"Vamos fazer uma festa onde a sociedade participe. Além do calendário coletivo, temos de pensar numa ação ecologicamente correta, com compensação de carbono e projeto de acessibilidade", afirmou o secretário-adjunto de Cultura Beto Sales.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

GRAFITEIROS OCUPAM ESPAÇO RENATO RUSSO

Foto de Júnior Aragão
O Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, em Brasília, está de cara nova. Durante toda a semana, artistas participantes da mostra “O Encontro 2009”, exposta no local, pintarão as fachadas do prédio.

Ao todo, 20 mil m² de paredes serão cobertas por painéis gigantes de grafite. Os interessados em conhecer um pouco mais sobre a técnica têm até a próxima terça-feira (30) para acompanhar o trabalho dos artistas.
O projeto “O Encontro – Arte Urbana em Brasília”, aborda como temática o Grafite. Na mostra, trabalhos de brasileiros e franceses.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

BRASÍLIA CANTA SILVIO BARBATO

Desaparecido no vôo da Air France que caiu há um mês no oceano Atlântico, Maestro Silvio Barbato será homenageado neste domingo, 28, às 17 horas, na Torre de TV

Os músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional prestam sua homenagem aquele que foi seu maestro e diretor artístico por tantos anos. E como era bem do gosto de Sílvio Barbato, não faltará cantores de ópera e um grande coro.
A marca registrada de Silvio Barbato era os grandes concertos ao ar livre, onde ele procurava popularizar a orquestra, apresentando ao público os grandes clássicos da música erudita. Sempre sorrindo, Barbato conversava com a platéia, chamava crianças ao palco para regerem com ele, regia a platéia. Inventava artifícios para aproximar o erudito do popular. Por isso, chegou a reger concertos sinfônicos onde tocaram o guitarrista da banda Sepultura e a cantora Fernanda Abreu.
Na década de 80, regeu o baiano-brasiliense Renato Matos cantando Um Telefone é Muito Pouco, na Rampa Acústica do Parque da Cidade. E no Mérito Cultural do MinC, em 84, fez a sua orquestra acompanhar grandes mestres do samba, como Jamelão, Martinho da Vila, Velha Guarda da Portela, Paulinho da Viola.

A IDÉIA
A idéia de um concerto em homenagem ao maestro surgiu numa conversa informal entre o Secretário de Cultura Silvestre Gorgulho e a cantora Janette Dornellas, amiga de Silvio Barbato desde 1985. Silvio gostava que a Orquestra fosse até o povo. E um dos seus locais favoritos era a Torre de TV. Foi lá que ele regeu em 2007 uma inesquecível produção da ópera Carmem, em parceria com o SESC, onde a própria Janette fez o papel da cigana Carmem, para um público estimado em 42 mil pessoas.
A proposta do concerto-homenagem foi levada à orquestra pelo Secretário Silvestre Gorgulho e os músicos imediatamente aderiram.
Dois músicos e regentes que trabalharam com Silvio Barbato ficarão a frente da Orquestra neste domingo: Claudio Cohen e Joaquim França.
Claudio Cohen, além de amigo, foi por muitos anos Diretor Administrativo da orquestra e também spalla, que é o violinista que lidera o naipe dos violinos e senta-se na primeira cadeira.
Joaquim França foi regente assistente de Silvio também por muitos anos, sendo o responsável por ensaiar a orquestra nas ausências do maestro. Na ocasião, um vídeo com imagens e fotos do maestro será exibido num telão.

JANETTE DORNELLAS, A ETERNA CARMEM DE SILVIO


Janette Dornellas cantou seu primeiro concerto com Silvio Barbato em 1985. Ele era então um jovem maestro de 26 anos, recém chegado da Itália onde se aperfeiçoou em Regência.
Ela não se esquece do impacto que foi a entrada de Silvio no primeiro ensaio: extremamente bem vestido, perfumado, com o nariz empinado e LINDO, arrancando das vozes femininas um longo Ohhhhhh.
Depois deste concerto, Janette cantou com Silvio dezenas de vezes, em concertos como coralista e solista, e principalmente em produções importantes de óperas como Carmem, em 2000 e 2007, Don Giovanni, MacBeth e Idomeneo, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e a ópera composta por Silvio Barbato, O Cientista, em Fortaleza, Salvador e Duque de Caxias.
Janette também trabalhou na parte administrativa da orquestra, quando Silvio assumiu o posto de Claudio Santoro após sua morte. Ela foi responsável, durante alguns anos, pela divulgação dos concertos da Orquestra.

www.janettedornellas.mus.br

LEONARDO NEIVA
Leonardo Neiva recebeu este ano o prêmio Carlos Gomes de Melhor Cantor Erudito do País.
Brasiliense, nascido em Taguatinga, Leo, como é chamado pelos amigos, cantou também diversas vezes com Silvio.
Leonardo foi um dos cantores de Brasília que participou da primeira montagem de Os Miseráveis no País. Depois de São Paulo, cantou Os Miseráveis no México e, de volta ao Brasil, resolveu voltar a cantar ópera e atualmente é o barítono mais requisitado para concertos e óperas em todo o Brasil.

SARA SARRES

Considerada uma das maiores atrizes do teatro musical brasileiro, Sara Sarres protagonizou os espetáculos O Fantasma da Ópera como Christine, Les Misérables como Cosette, Godspell (dirigido por Miguel Falabella) como Maria Magdalena, O Mágico de Oz como Glinda, Cole Porter como Bessie, Comunitá como Antônia e mais recentemente como Anita, em West Side Story, dirigida por Jorge Takla.
Brasiliense, iniciou seus estudos musicais aos 7 anos de idade, estudou piano, percussão erudita e canto. Estreou aos 15 anos na ópera A Flauta Mágica (Mozart) e a partir daí participou de várias montagens de óperas, concertos e grupos corais como solista.
Fez o curso de ópera IVAI (Instituto de Artes Vocais de Israel) em Tel Aviv, onde estudou com grandes nomes da ópera como, Joan Dornemann, Mingon Dunn, Richard Barret e Teatro Musical com Dan Gattinger; Estudou em Milão com Rita Patane e desde os 13 anos tem como vocal coach Marconi Araújo.
Sara estuda Balé Clássico no Studio 3 e teve aulas de atuação com os americanos Ned Canty, John Norris e Ira Siff; Clown com Elisabeth Dorgan e interpretação para cinema no Studio Fátima Toledo e na Academia Internacional de CInema com Christian Duurvoort.



LYS NARDOTO E JEAN NARDOTO
Os irmãos Nardoto eram filhos de Adelmo, violinista da Orquestra do Teatro Nacional e desde pequenos conviviam com maestros e ensaios da orquestra.
Lys estreou aos 7 anos de idade com Silvio Barbato, cantando o papel do pastor na ópera Tosca, de Puccini, no Teatro Nacional.
De lá para cá, cantou também dezenas de vezes com ele, destacando-se no papel da Rainha da Noite da ópera A Flauta Mágica de Mozart. A última vez que fez este papel foi com Silvio, na Esplanada dos Ministérios em 2008, para uma multidão.
Nesta produção da Flauta, Jean Nardoto cantou o papel do príncipe Tamino.

BANDA TRAMPA
Uma das características principais de Silvio Barbato era sua inquietação musical. Silvio não só regia, mas compunha óperas, trilhas de filme, escrevia arranjos para músicas populares. E adorava Rock’n roll.
Ano passado, regeu uma orquestra no show da banda de rock Trampa, que tem entre os integrantes André Noblat. O show se chamava Trampa Sinfônica.

http://www.trampa.com.br/

O REPERTÓRIO

Em concertos ao ar livre, dirigidos por Silvio, não podiam faltar os grandes clássicos que as pessoas mais gostam e, principalmente, um grande coral!
Foram convidados todos os cantores da cidade que queiram prestar sua última homenagem a esse maestro tão querido por todos, que fazia a festa de músicos e coralistas, com suas expressões divertidas, suas tiradas impagáveis e seu histrionismo.
Grandes coros de ópera como Va Pensiero e Marcha Triunfal da Aída serão apresentados. Também clássicos como Bolero de Ravel e trechos da ópera Carmem de Bizet. Não poderia faltar Renato Russo, a banda Trampa e uma ária de musical, lembrando Juliana Aquino.
E, bem ao estilo Silvio Barbato, canhões do Exército Brasileiro, fechando o concerto com a Abertura 1812, de Tchaikowsky.

ROTEIRO CONCERTO BRASÍLIA CANTA SILVIO BARBATO

1) Abertura da ópera O Guarany – Carlos Gomes

2) Ária da Rainha da Noite (solista Lys Nardoto) – Mozart

3) Coro Va pensiero – Verdi

4) Ária Fígaro (solista Leonardo Neiva) – Rossini

5) Bolero de Ravel

6) Ária Habanera (solista Janette Dornellas e coro) – Bizet

7) Alvorada do Schiavo – Carlos Gomes

8) Ária do Toreador (solista Leonardo Neiva e coro) – Bizet

9) Abertura da Forza do Destino- Verdi

10) Música com a banda de rock Trampa

11) Brindisi da Traviata (solistas Lys Nardoto e Jean Nardoto e coro) – Verdi

12) Ária do Fantasma da Ópera Whising You Were Here (solista Sara Sarres ) – Weber

13) Danúbio Azul – Strauss

14) Ave Maria de Gounod (solista Janette Dornellas e coro)

15) Eduardo e Mônica – Renato Russo

16) Marcha Triunfal da Aída – Verdi

17) Abertura 1812 – Tchaikowsky

quinta-feira, 18 de junho de 2009

CONHEÇA A SINOPSE DO ENREDO DA BEIJA-FLOR PARA 2010

Brilhante ao Sol do Novo Mundo, Brasília, do Sonho à Realidade, a Capital da Esperança

Na noite da ultima quarta-feira, 17, a direção da Beija-Flor de Nilópolis apresentou a sinopse do enredo para o carnaval de 2010 para a comunidade da cidade, no Rio. A apresentação foi feita simultaneamente para os compositores da escola e também para os de Brasília, que terão direito a inscrever seus sambas.
Isso aconteceu graças a uma teleconferência, via internet, a primeira ocorrida entre sambistas de Estados diferentes. O diálogo entre a Beija-Flor e Brasília durou mais de quatro horas com transmissão ao vivo. Em Brasília, os sambistas estavam na sede da ARUC, no Cruzeiro.
Os compositores de Brasília poderão apresentar seus sambas até o dia 7 de agosto, com cinco cópias da letra e uma versão cantada em CD. A seleção dos quatro (4) sambas que irão participar da seleção final em Nilópolis será nos dias 8 e 9. Do júri farão parte a comissão de carnaval da Beija-Flor, o secretário de Cultura Silvestre Gorgulho e, provavelmente, o vice-governador Paulo Octávio.

Conheça agora a sinopse que dará origem ao enredo da Beija-Flor para o próximo carnaval.

"Reluz meu samba como cristal brilhante, a refletir neste instante, mais um sonho encantado, a emanar sua energia, como alvorada que anuncia o dia, resplandecendo o Planalto Central.
Vai Beija-Flor aventureiro, abre as asas, abraça o cerrado brasileiro, traz Brasília em seu carnaval...
Faz a anunciação da terra prometida, entressonhada e celestial, da divina visão de Dom Bosco, em sua viagem no espaço do tempo, nos paralelos do futuro virtual. E torna o mito “Goyaz”, uma verdade, uma história de amor pra eternidade, de Paranoá, guerreiro, um lago de lágrimas, de Jaci, um luar de paixão, a espreitar, num olhar azulado, a bela índia alada, que jaz, por Tupã enfeitiçada, deitada pra sempre em seu chão.
Emerge do passado a sua herança, do coração do Egito, coincidência, inspiração... Aketaton, gêmea ancestral do deserto, que se esplanou em largos espaços abertos, em templos, “estelas”, em reverência ao sol, abrindo-se, feito asas, norte e sul, qual vôo de íbis, ave sagrada, em seu vôo na imensidão.
Que se abram suas páginas de história, de desbravamento e bravura, de onde em busca de riquezas se ergueram bandeiras, que rasgaram o seu coração, que ainda criança, pulsava invisível e sereno, entre as matas desse sertão.
Mostre que sempre foste um sentimento, sonho e predestinação, por ser de fato o centro, deste imenso florão e que da colônia ao império, adormeces-te em ideais, como um ponto de vista de quem enxergou à frente, além da própria visão pois viste correr o tempo, entre tormentas, revoltas e insurreições e que da tempestade, sentiste os novos ventos, que ainda que tarde sopraram a liberdade e que após “o brado forte e retumbante”, o patriarca te batiza, de Brasília, afinal.
Que da inquietude da República foste sempre um desejo, a ânsia de realizar, e foi assim disposta na carta magna, como um vislumbre, um definitivo olhar. Viste então a missão científica, em grande marcha para o Oeste desbravar, e a medida que ela avança, abrindo a terra agreste e mansa, veio então te visitar.
Traçaram em seu planalto, um quadrilátero, entre as tortas árvores do cerrado, fauna e flora a se revelar e das entranhas do seu solo rubro, rochas cristalinas que apontam e despontam ao sol a brilhar, de suas veredas, um seio que esbanja ricos mananciais, desnuda o seu berço esplêndido e líquido, sul e norte a desaguar.
Por fim um marco te fecunda a terra, como sêmem de pedra, que do alto da serra vigia teu sono derradeiro e sob o imenso céu a contemplar o cruzeiro faz seu ventre guardar ternamente, o alvorecer do novo tempo brasileiro.
Mas eis que do horizonte faz luzir a modernidade como um raio intenso e verdadeiro e de minas sopra “Venturis”, varrendo os anos dourados, de esperança e prosperidade, e JK segue adiante, acordando enfim, o gigante, com seu ímpeto aventureiro.
E um país se redescobre ao mirar-se no espelho do futuro, é o querer, a coragem, o poder e fazer... E uma caravana parte, épica, qual êxodo caboclo, epopéia de pioneiros, desterrados candangos, operários guerreiros, vários Brasis, num só Brasil que se juntam a construir e a crescer...
De uma cruz esboçada em papel, ergue-se em aço uma cidade, elevando-se ao céu em silhueta de arrojo, um prodígio em traços simétricos, de volume e equilíbrio, abstrata e concreta, o contraste. Brasília nasce, num parto de vitória sobre as mentes conformistas e se faz triunfo de Juscelino, de Lúcio e Oscar, viva e ávida, pássaro dos sonhos, o próprio sonho querendo voar. E se mostra assim, branca de luz de sol de abril, de tantas mentes, de tantos braços, tanto suor, tantas lágrimas, de tantos, de todos nós, do Brasil!
Hoje, do Sonho à realidade, ela brilha! E a cada alvorada, se reinventa e re-existe, virtual e jovem, eclética e mística, cidade criança e da esperança, a “esquina do Brasil”, Babel de sotaques, mistura, um caldeirão cultural, alfabética e numérica, superlativa, absoluta, sintética, artística, letra e música, Bossa, nova, nossa, capital... Somos todos partes desse corpo, da nave-mãe de asas abertas em seu imenso abraço norte e sul, como ave que hoje voa em nosso mundo encantado, a terra do carnaval.
Somos todos “candangos” a construir um sonho, somos “calangos” irmãos sob o mesmo céu estrelado, somos você, Brasília, nas asas de um Beija-Flor que vêm te beijar agora, como se fosse flor, A flor do cerrado!"

Alexandre Louzada, Fran Sérgio, Laíla e Ubiratan Silva
Comissão de Carnaval 2010

quarta-feira, 17 de junho de 2009

SAMBISTA USA TECNOLOGIA DA INTERNET PARA COMPOR SAMBA-ENREDO



Beija-Flor transmite argumentos para compositores de Brasília em teleconferência

Luis Turiba

Logo mais à noite(17-06), na sede da escola de samba supercampeã de Brasília, a Aruc do Cruzeiro, dezenas de sambistas e compositores da capital vão receber e conhecer a sinopse que orientará a composição do samba enredo que a Beija-Flor levará para a Sapucaí em 2010.

A escola de samba de Nilópolis desfilará com o enredo BRILHANTE AO SOL DO NOVO MUNDO, BRASÍLIA, DO SONHO À REALIDADE, A CAPITAL DA ESPERANÇA, uma homenagem ao cinqüentenário da capital brasileira.


O enredo foi negociado com o governador Arruda e com o vice Paulo Octávio. Enganam-se redondamente aqueles que pensam que os carnavalescos e os produtores de cultura de Brasília. Os sambistas da capital participaram, apoiaram e vão apoiar o carnaval da Beija-Flor, que fará uma interação completa com as escolas de samba de Brasília. E o melhor: nossa cidade será divulgada positivamente no sambódromo para milhões de pessoas do todo o planeta.

As orientações sobre o samba enredo de 2010 serão dadas diretamente de Nilópolis pelos carnavalescos Laíla, Bira, Fran Sergio e Alexandre Louzada através de uma teleconferência, via Internet.

Ou seja, os sambistas e compositores de Brasília concorrerão em pé de igualdade com os compositores da escola de samba supercampeã do carnaval carioca. Em agosto, os três melhores sambas de Brasília irão concorrer com os do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

NIEMEYER FAZ DEDICATÓRIA PARA LULA



O arquiteto Oscar Niemeyer, 101 anos, fez questão de enviar para o presidente Lula, autografado, exemplar do seu livro OSCAR NIEMEYER 1999-2009, lançado na semana passada no Rio.


Coube a Silvestre Gorgulho, secretário de Cultura do DF, a missão de entregar a encomenda ao presidente. Niemeyer autografou também outro exemplar para o governador Arruda.


Disposição


Eis o primeiro parágrafo da apresentação do livro:

"O que me surpreende quando passo os olhos em meus trabalhos de arquiteto é verificar que nos últimos dez anos -nos últimos cinco, para ser mais preciso - trabalhei mais do que em toda a minha vida profissional."

E prossegue ao falar sobre o seu projeto para a Pampulha, feito por encomenda de JK há 60 anos atrás:

"O que me espanto ao fazê-lo é sentir que naquele época o meu pensamento sobre a arquitetura era exatamente o mesmo que hoje defendo.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

BEIJA-FOR DEVE FICAR COM O ENREDO SOBRE BRASÍLIA 50 ANOS

Luis Turiba

Nota na coluna do Ancelmo, de O GLOBO de hoje (dia 29) dá conta que a Beija-Flor vai ficar com o enredo "Brasília, 50 Anos". Ancelmo Gois é um dos jornalistas mais bem informados do país.

A reunião dos homens da Liga das Escolas de Samba será agora à tarde, com o governador Arruda e o vice Paulo Octávio, mas a nota "Ninguém Tasca" no Ancelmo Gois garante:

"Dia 14, o patrono da Beija-Flor, dom Anísio Abrãao David, avisou aos outros presidentes das escolas competidoras que quer o tema. A Beija-Flor deve levar o patrocínio de R$ 5 milhões".